Desde de que
te conheci que tens o dom de me irritar e provocar. Até parece que fazes de
propósito como se te desse prazer veres a minha reação, mas nem sempre estou
com o humor que estás à espera e a tua intenção acaba por detonar algumas
atitudes que eu não queria ter contigo e acabas por levar por tabela. Mas
também ninguém te mandou provocar quando estou com cara/aura de “perigo não
aproximar”. O que é certo, é que eu habituei-me a estas provocações, e acabei
por perceber que é uma forma tua de meteres conversa disfarçadamente e de
saberes se eu estou bem ou não.
Basta um dia
em que não haja estas “picardias” que já sinto falta da tua alegria
contagiante, do teu sorriso matreiro, das teorias de tudo e de todo, sobre a
tua veia casamenteira (veia que esta muito estragada).
Claro que agora já há dias em que não me consegues
fechar a “matraca”, basta picares que ficas logo com resposta. É esse efeito
que tens em mim principalmente depois de uns dias de pausa da tua aura
provocadora.
