Quero escrever-te mil poemas,
A declarar o meu amor por ti.
Mas encontro-me num dilema,
Com o que escrevi aqui.
Os teus olhos são um mar,
De calmaria e de luz.
O teu sorriso de abençoar,
És a minha cruz.
Teu jeito de menino,
Que me eloquece e admiro.
Como um cavalheiro destemido,
Até pareces coisas do destino.

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